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Investigação: Caso semelhante ao de Geyse Arruda em escola de Sete Lagoas

fevereiro 8th, 2010

Inspetores da Secretaria de Educação entregarão relatório até terça-feira. Jovem de 22 anos frequenta aulas normalmente, diz superintendente.

http://s54.radikal.ru/i145/1002/14/010e6b8aba45.jpgA Secretaria de Educação de Minas Gerais investiga o caso de uma estudante de 22 anos que teria sido impedida de assistir às aulas na Escola Estadual Modestino Andrade Sobrinho, em Sete Lagoas (MG), na terça-feira (2), por estar usando um vestido curto.

De acordo com a Secretaria, a diretora da escola informou que a garota teria sido impedida de entrar na sala de aula por uma professora. A estudante continua frequentando as aulas das demais disciplinas normalmente.

“Não houve uma denúncia formal da ocorrência. Ainda assim, uma equipe foi enviada à escola para apurar o caso e descobrir o que realmente aconteceu. Para mim, o aluno deve ser respeitado sempre e tem que ficar na sala de aula em qualquer hipótese”, diz ao G1 a superintendente de Sete Lagoas, Maria Ângela de Carvalho Guimarães.

O relatório deve chegar à Secretaria de Educação até terça-feira (9), para que as devidas medidas sejam tomadas.

http://s003.radikal.ru/i203/1002/79/865c6fa6964c.jpg
Com informações do G1, em São Paulo

Escola publica nota de esclarecimento após suposta agressão

novembro 13th, 2009

Após um incidente em uma escola de Sete Lagoas que foi amplamente divulgado em diversos meios de comunicação na cidade e até em outros meios de comunicação nacionais a direção do Centro Educacional Mundo Encantado – CEME publica nota de esclarecimento, veja a abaixo:

Entenda o caso, veja o post: Professora teria tapado boca de aluno em Sete Lagoas

NOTA DE ESCLARECIMENTO AO PÚBLICO

O Centro Educacional Mundo Encantado – CEME, que no ano de 2009 completa 20 anos, sempre prezou pela qualidade do ensino, buscando os melhores profissionais e as melhores técnicas pedagógicas.

Porém, ante os últimos acontecimentos, o CEME, em respeito àqueles que confiam nesta instituição, vem a público esclarecer os fatos, divulgados pela mãe do menor e amplamente difundidos nos meios de comunicação.

Cabe esclarecer que a Escola, nesses 20 anos, vem contribuindo significativamente na formação de cidadãos equilibrados e conscientes. Os profissionais contratados pela Escola passam por uma rigorosa avaliação, tanto curricular quanto pessoal. Apesar de todas as precauções tomadas pela instituição, no último dia 23 de outubro ocorreu em suas dependências um lamentável e censurável incidente envolvendo uma professora e um aluno.

Assim que a escola tomou ciência do fato, a professora foi imediatamente afastada, para apuração do ocorrido. Ressaltamos que a mãe do menor somente teve ciência do episódio através da direção da escola, que imediatamente a comunicou acerca do fato ocorrido.

A escola, que tem como um de seus principais objetivos o bem estar da criança, procurou solucionar o incidente ocorrido, internamente junto com a família do menor, colocando à disposição da mesma toda a ajuda necessária, em especial acompanhamento psicológico, sendo que imediatamente foi dado inicio as providências necessárias para apuração dos fatos e auxílio da família, em especial do menor envolvido.

No dia 28 de outubro, em reunião com os pais dos alunos da turma envolvida no caso, foram esclarecidos os fatos e as atitudes tomadas pela escola, bem como foi novamente colocado à disposição de todos os alunos da turma, em especial para o menor, acompanhamento psicológico, sendo que a criança continuou a frequentar normalmente a escola após o acontecido, sem apresentar qualquer alteração psicológica.

Cumpre salientar que a professora envolvida no caso, possui formação superior em pedagogia “séries iniciais”, e passou por uma análise curricular, psicológica, tendo realizando estágio e atuado como “assistente de turma”, sendo rigorosamente avaliada neste período pela professora titular durante 1 ano antes de assumir turma, sem ter apresentado nada que desabonasse sua conduta, ou seja, preenchendo todos os requisitos para atuar como professora da turma de 1º período.

A posição adotada inicialmente pela escola em não divulgar o caso para a imprensa, visava preservar a integridade de seus alunos. Informamos que os pais de nossos alunos foram imediatamente comunicados do ocorrido, em atitude de respeito aos pais, reforçando a transparência desta instituição junto aos mesmos, os maiores interessados na apuração dos fatos.

Vale acrescentar que esta instituição desde o primeiro momento procurou os órgãos responsáveis pela proteção do menor e fiscalização da escola para apuração dos fatos e para que todas as providências necessárias fossem tomadas.

Para finalizar, agradecemos as manifestações de apoio dos pais, alunos e ex-alunos recebidas e ressaltamos que a Instituição continua à disposição de todos para esclarecimento dos fatos e para as devidas providências, em especial para a família do menor.

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